Certamente existem pessoas que têm o dom de orar. Passam horas meditando e fazendo inveja em quem não tem este privilegio de estar em contato direto com Deus o tempo todo. Sua mente é uma fabriqueta de grandes desejos espirituais e formadora de palavras vivas em que outros sempre a querem ouvir. Como uma luz. Mas exitem pessoas que não acreditam no poder da oração; nem têm o desejo de ouvir ou ver a primeira (luz). Assim, nos vem a pergunta: por que a primeira tem a pré-disposição de amar a Deus sobre todas coisas e a segunda, o avesso, onde nos parece demonstrar a clara fala Bíblica em que Deus faz vasos para honra e vasos para desonra? Rm 9.,21; 2Tm 2.20; Hb 3.12, Gl 5.4.
Como caminho, em qual deles caminha o sonhador, o esperançoso? Poderá eu, quem sabe, ter o desejo das respostas, enxergando as possibilidades num outro passo em um outro trilhar? Há muitos que têm buscado a sabedoria dos Céus para não enfrentarem o uso considerado excessivo na modernidade da palavra do Senhor. Nem desenfurecer (evitar) de falar quando se percebe o ambiente hostil como no segundo que há uma desconfiança por este que nos leva a fazer uma pesquisa de satisfação familiar que passa a equilibrar o julgamento. Não gostaria de lembrar nem de citar a necessidade das disciplinas de Ética e Moral que hoje não são lecionadas em nossas instituições de ensino. Porém, lembrar que hoje são tarefas das instituições teológicas (igrejas). Nas ultimas décadas pudemos observar famílias desfeitas pela falta do bom senso ou falta do uso da sabedoria da razão em que suas ações o levam: a distanciar-se de uma escolha pacifica, assertiva, que nos mostra julgamento construtivo e não precipitado onde a família sempre é alvo. Com poucas exceções, atualmente, podemos, num contexto geral dizer que somos alvos fáceis do diabo. Ele não tem dificuldade mais para desfazer a instituição primaria de Deus conforme Gn 9.7, mas, por que estamos nos distanciando da presença de Deus? Teríamos muitas respostas e não seria a minha a melhor ou que pudesse engessar e divulga-la como certa. Porém, precisamos ser éticos e morais em tudo que fizermos para que não nos falte a sabedoria e coloquemos nossas vontades acima da razão. Hoje podemos constatar o quanto esta nos falta, quando se faz perguntas simples como: "seu pai?", "sua mãe?" e temos respostas que percebemos que estes que deveriam ser filhos não o são. A responsabilidade dos pais é desconhecida pelo seus filhos. É a criatura que desconhece o criador Mt 24.12. Não se pode falar mais em amor, este esfriamento do desejo de comunhão se reflete na modernidade e perpassa sua função maior que é conhecer a verdade. Uns compreenderão que só se pode ter razão se conhecerem a verdade; outros, buscam no seu interior, naquilo que sabem (senso comum) sua verdade. Mas, temos que lembrar: verdade é tudo aquilo que não se pode contestar. Busque-a e se liberte por amor de nossos Senhor Jesus Cristo.
A soma de nossos dias devem resultar em qualidades. O homem deve se espelhar no Filho do Criador, quando estiver diante do espelho deve se enxergar como criatura e semelhante ao Pai. Quando nos aproximamos de Deus, nos acheguemos a Ele e permitimos que Ele nos conduz somamos qualidade e será visto na hora de receber o seu galardão.
quinta-feira, 30 de junho de 2016
Feriado oba.
Agora, pois, corre-lhe ao
encontro e dize-lhe: Vai bem contigo? Vai bem com teu marido? Vai bem com teu
filho? E ela disse: Vai bem. 2
Reis 4:26
Feriado, oba.
O Deus de misericórdia enviou seu
único filho para salvar seu povo. É interessante como esta data vem sendo
deturpada no seu sentido comemorativo. Natal, nascimento do filho de Deus, tem
tido um significado pouco social, humanizado e comum como seria de se esperar
do nascimento do Rei Jesus. As festas se alastram como praga ou tormenta que
não se pode conter. Fugindo o controle ao alcoolismo e outras drogas lícitas
que impulsionam, incentivam e fragilizam o povo de pouca ou nenhuma instrução e, mesmo aqueles a que receberam os conhecimentos, cientificam-se e se fazem rebeldes para que possam ser vistos, mas que não conhecem a as instruções do ensino de Deus, colaboram a aliciar
os seus e pagam para outros gostarem de seu modo de vida.
Um infortúnio que se partem como partem os
desconhecidos dos que insistem em não ver a face de Deus e sua mão agindo em
suas vidas, mas que continuam a se esconder como avestruz no asfalto. Deus, em
sua infinita misericórdia, poupa vidas mesmo às grandes tragédias como a atual
em que é divulgada a maior chuva já vista em um local. Vê-se o pouco caso que
se faz das vitimas e menos ainda de suas perdas e prejuízos, uma cruz o
infortúnio do pretérito anunciado no presente preste a deflagrar. Mas, as
incidências do vulgar dão lugar ao chamado previsto, para depois faltar motivo
de choro de lamentos. São tantos avocados a obscenidades banais, que estão
corriqueiros em encontros joviais em que não importa a idade e sim suas fases
no detrito na sujidade de suas mentes necessitadas de aflorar a vida nos seus
fazeres lícitos.
Uma insanidade para uns que
infiltram seus próprios filhos a comemorações desregradas, ouvindo músicas sem
harmonias, sem composições que induzem a pessoa de bem a passos largos à propensão
sem fim.
O natal que refletia o nascimento
do Nosso Senhor Jesus Cristo como um monte de feriados são apenas motivos de
glutonaria e embriaguez. Estamos vivenciando carnaval de todos os dias, numa
espera da morte onde devemos viver tudo, já e agora. Esta incerteza do amanhã
forja contra o bem do homem e reduz as oportunidades do querer amparar,
defender e auxiliar o próximo.
Poderia ser descanso, folga, ócio, mas pode significar
problemas no presente, no pretérito e no futuro e poderá estar esbaforido,
anelante e tardio a solicitar para si repouso. Que possamos rever nosso modo de
como estar evangelizando e este venha a ser mais eficaz, na solidez bíblica da
vinda de Jesus. À esta certeza regozijemos.
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