quinta-feira, 30 de junho de 2016

Feriado oba.

Agora, pois, corre-lhe ao encontro e dize-lhe: Vai bem contigo? Vai bem com teu marido? Vai bem com teu filho? E ela disse: Vai bem. 2 Reis 4:26
Feriado, oba.
O Deus de misericórdia enviou seu único filho para salvar seu povo. É interessante como esta data vem sendo deturpada no seu sentido comemorativo. Natal, nascimento do filho de Deus, tem tido um significado pouco social, humanizado e comum como seria de se esperar do nascimento do Rei Jesus. As festas se alastram como praga ou tormenta que não se pode conter. Fugindo o controle ao alcoolismo e outras drogas lícitas que impulsionam, incentivam e fragilizam o povo de pouca ou nenhuma instrução e, mesmo aqueles a que receberam os conhecimentos, cientificam-se e se fazem rebeldes para que possam ser vistos, mas que não conhecem a as instruções do ensino de Deus, colaboram a aliciar os seus e pagam para outros gostarem de seu modo de vida.
Um infortúnio que se partem como partem os desconhecidos dos que insistem em não ver a face de Deus e sua mão agindo em suas vidas, mas que continuam a se esconder como avestruz no asfalto. Deus, em sua infinita misericórdia, poupa vidas mesmo às grandes tragédias como a atual em que é divulgada a maior chuva já vista em um local. Vê-se o pouco caso que se faz das vitimas e menos ainda de suas perdas e prejuízos, uma cruz o infortúnio do pretérito anunciado no presente preste a deflagrar. Mas, as incidências do vulgar dão lugar ao chamado previsto, para depois faltar motivo de choro de lamentos. São tantos avocados a obscenidades banais, que estão corriqueiros em encontros joviais em que não importa a idade e sim suas fases no detrito na sujidade de suas mentes necessitadas de aflorar a vida nos seus fazeres lícitos.
Uma insanidade para uns que infiltram seus próprios filhos a comemorações desregradas, ouvindo músicas sem harmonias, sem composições que induzem a pessoa de bem a passos largos à propensão sem fim.
O natal que refletia o nascimento do Nosso Senhor Jesus Cristo como um monte de feriados são apenas motivos de glutonaria e embriaguez. Estamos vivenciando carnaval de todos os dias, numa espera da morte onde devemos viver tudo, já e agora. Esta incerteza do amanhã forja contra o bem do homem e reduz as oportunidades do querer amparar, defender e auxiliar o próximo.

Poderia ser descanso, folga, ócio, mas pode significar problemas no presente, no pretérito e no futuro e poderá estar esbaforido, anelante e tardio a solicitar para si repouso. Que possamos rever nosso modo de como estar evangelizando e este venha a ser mais eficaz, na solidez bíblica da vinda de Jesus. À esta certeza regozijemos.

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